quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Então...Depois de quatro meses e alguns dias, que passaram tão devagar e ao msm tempo tão rápido, com tantas coisas novas e tanto mais do mesmo (ehehheh) estou de volta e com muita saudade daquela cidade e de alguns nativos. Com certeza, pretendo voltar!!! Para quem não conhece e/ou pretende ir a China mas tem algum tipo de receio, vai a dica: MACAU.

sábado, 20 de setembro de 2008

Macau, China (20/09/2008)

Pois eh galera!!! Semana que vem completa um mes que eu vim parar aki..do "outro lado do mundo", como muitas pessoas adoram falar...rs...Enfim..como vcs jah devem ter visto/conhecido atraves da midia, principalmente neste ano (Olimpiadas de Pequim), esse lugar eh realmente mto louco em varios aspectos em relacao ao nosso Brasilzao...mas tbm bem igual, jah q estamos apenas do outro lado e nao em outro mundo. Resolvi escrever este primeiro post em plena madruga de um sabado p/ domingo (acho q estou virando chinesa..aff..rs), enquanto a mesma night e as mesmassss pessoassss "fervem" por aki. Sendo assim, sentindo um misto de curiosidade e sono, vou ficando por aki..rsrrss..mas volto em breve!!! Kssss

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Trabalho p facool sobre...BLOG...afff..rs

Então gente...como alguns sabem (eu acho), faço facool de jornalismo, e rolou um trabalho lá p fazer uma revista..e talsss..ehehehh...ai eu fiz essa matéria aí sobre bloooggg ehehhheh...Quem tiver paciência lê aih poh...e dpois fala o q achou (ou não).

OBS: e quem copiar e colar sem me pedir voh meter a porrada hein..kero nem sabeeerrr!!!

Blog: o novo “mil e uma utilidades”

Surgido em meados da década de 1990, nos EUA, com a função básica de relatar/divulgar opiniões sobre os mais variados assuntos, assim como endereços de outros sites (links) considerados interessantes e/ou que tratassem do mesmo tema em questão, o blog ou weblog (como foi chamado inicialmente) nada mais era do que uma versão virtual do velho e conhecido diário, que poderia agora ter conteúdo noticioso ou não, servindo até como fonte de informações para jornalistas ou de pesquisa para estudantes, devido ao livre acesso que a rede permite aos internautas.
Antes da entrada dos blogs na Internet já havia páginas com conteúdo e formato semelhantes aos dos futuros sites, como se fossem os projetos deles. Faltava desenvolver e inserir o design atual, os recursos que possibilitam a atualização fácil e constante das matérias (posts), a interatividade (feedback) dos leitores internautas, a “presença” de outros sites e, principalmente, a facilidade para se criar o próprio blog. Por isso, alguns blogueiros pioneiros como John Barguer e Rebecca Blood consideram mesmo esses blogs iniciais (journals, ezines) totalmente rudimentares mas, igualmente relevantes, pois sem eles não seria possível a chegada ao formato dos diários atuais.
A partir do ano 2000, desenvolvidos todos os recursos graças aos softwares de empresas especialistas (muitas presentes até hoje fortemente no mercado, como é o caso da Blogger, pioneira na extinção da obrigação do registro de domínios e html pelos internautas que queriam criar uma página) e que, logicamente, já tinham percebido o grande potencial sócio-econômico dos blogs e, também, com o fundamental crescimento e popularização da Internet como um todo, houve uma verdadeira multiplicação dos diários na rede, formando a chamada blogosfera. Assim como a criação de home pages e e-mails, os blogs caíram no gosto de internautas dos mais diversos perfis (desde adolescentes a empresas e instituições governamentais), se tornando também fundamentais para a informação, entretenimento e interação on line.
A partir desse momento, o blog vai deixar de ser uma mera espécie de diário de opiniões, sem maiores ambições além de divulgá-las de maneira simples e eficaz, informar sobre outros sites e, conseqüentemente, interagir com o público, para se tornar (ou ser visto como) uma verdadeira “ponte” para o sucesso. Assim como acontece nos sites de relacionamento, o internauta percebe que, através de seus textos e imagens, pode se “reinventar” ou, simplesmente, criar uma outra pessoa (talvez aquela que gostaria de ser). Essa nova possibilidade parece cair como uma luva para inúmeros jovens, artistas (ou aspirantes), políticos (ou candidatos) e instituições/empresas desejosos da conquista de mais popularidade. Entretanto, diferentemente dos sites de relacionamento, o blog parece oferecer mais uma vantagem/qualidade: talvez pela existência, hoje, de inúmeros blogs jornalísticos _ quase todos os veículos impressos, emissoras de televisão e rádio, possuem páginas oficiais e de seus funcionários (blogs pessoais dos jornalistas) _ , além de sua origem voltada para a divulgação de informação, a criação de um blog oferece a seu autor uma imagem mais intelectualizada (devido ao gosto pela escrita), interada com os acontecimentos, com sua realidade social, política, cultural. Não por acaso, muitos blogueiros viraram jornalistas ou profissionais de outras áreas da comunicação (apresentadores de televisão, colunistas de jornais e revistas), ou vice-versa, isto é, vários jornalistas com carreiras já consolidadas e/ou trabalhando em grandes empresas viraram blogueiros, comprovando a enorme vocação desta ferramenta para proporcionar a tão sonhada liberdade de expressão.
Hoje é possível e muito usual e corriqueiro acessar apenas a blogosfera e conseguir fazer pesquisas completas, conhecer diferentes opiniões, ler textos inéditos, outros trabalhos sobre o mesmo tema, além, é claro, de poder conhecer e se ligar (através do link) a esses milhões de blogs/sites e, principalmente, poder opinar sobre o conteúdo e, conseqüentemente, interagir com o autor “dono” do site visitado. Estas práticas também podem ser consideradas causas fundamentais da proliferação (cada vez mais intensa) dos blogs.
Há algum tempo, a maioria absoluta dos profissionais de comunicação, principalmente, consideravam totalmente inválidos e até mesmo nocivos os conteúdos dos blogs, devido a possibilidade e facilidade com que qualquer pessoa poderia escrever qualquer coisa sobre qualquer tema. Estabeleceu-se um verdadeiro clima de guerra e caçada contra os blogs, promovido, principalmente, por jornalistas da Folha de São Paulo. Até que, em 2006, baixou-se um “vedadeiro” decreto-lei incentivando (ou obrigando) todos os jornalistas de todas as redações a colocarem um blog no ar, o mais rápido possível. Assim, os veículos criaram endereços como www1.folha.uol.com.br/folha/blogs, oglobo.globo.com/blogs, mtv.uol.com.br/blogosfera, entre tantos outros, “oficializando” e validando de uma vez por todas o ato de “blogar”. Essas páginas oficiais proporcionaram aos leitores ainda mais facilidade em encontrar as informações procuradas, devido à organização dos assuntos/textos por editorias (jornalismo, ciência, história, literatura, televisão, cinema, humor, tecnologia, política, famosos), além da possibilidade mais remota de serem divulgados conteúdos falsos e absurdos devido à ligação com as empresas sujeitas a uma legislação específica e severa, o quê, infelizmente, ainda está longe de acontecer na Internet. Finalmente, o que antes era uma batalha pela disputa de público virou uma aliança baseada na credibilidade dos veículos impressos.
Assim, desde diário cor-de-rosa de adolescente à ferramenta de trabalho de vários autores consagrados, passando por anônimos que, ao relatarem situações de seu cotidiano se tornaram verdadeiros best-sellers (vide Bruna Surfistinha), e famosos que o utilizam para se aproximar ainda mais de seu público (e, obviamente, ser fonte natural de notícias para as editorias de TV/ fofoca), com relatos de suas infâncias, carreiras, planos e sonhos, os blogs podem e devem ser considerados meios revolucionários da comunicação, pois deram voz a todos e, principalmente, simbolizam a característica mais marcante do público-alvo dos meios de comunicação do século XXI: a função de emissão de informações praticamente equilibrada com a de recepção das mesmas.



Sugestão de fotos: páginas iniciais dos blogs dos jornais O Globo e Folha de São Paulo; de celebridades que relatam seu cotidiano (atores e atrizes da TV globo, principalmente); de anônimos, que devido ao grande nº de acessos aos seus blogs pelo público em geral e por “olheiros” de emissoras de TV e editoras, acabaram se tornando “personalidades” e sendo contratadas para a realização de trabalhos em que não tinham nenhuma experiência (a ex-garota de programa Bruna surfistinha escreveu um livro e a estudante Mary Moon se tornou “vj” da emissora MTV).

sábado, 7 de junho de 2008

Olaaaaa pessoassss!!! Demorou mas saiu esse bendito blog..affff..rsrrsrsss...Por enquanto é isso! Qq dia eu posto algo com mais "conteúdo" aaahuhauhahu...Abçsss!!!